No auge da Operação Compliance Zero, a imprensa tem tratado como fato consumado aquilo que sequer poderia saber: o conteúdo de acordos de colaboração premiada ainda em andamento.
O problema? Quem celebra esses acordos — advogados, Polícia e Ministério Público — assina, como primeiro ato formal, um Termo de Confidencialidade. Sua violação anula o acordo e, mais grave, constitui crime.
Portanto, não há vazamento real. O que há é especulação travestida de jornalismo investigativo. Sem acesso aos autos sigilosos, narrativas sobre suposta blindagem de autoridades são meras suposições — vendidas como verdade para alimentar o apelo comercial da notícia.
A conclusão é direta: no campo da colaboração premiada, quem rompe o sigilo simplesmente não colabora.
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